Homo Economicus é FAKE News no Milênio Passado - Babies and Social development, Infant Baby Lab Kids and neuroscience, Neuro Semiotics História da Arte e Estética
09/04/2024 at 06:04:24
Author: Jackson Cionek
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Author: Jackson Cionek
Homo Economicus é FAKE News no Milênio Passado - Babies and Social development, Infant Baby Lab Kids and neuroscience, Neuro Semiotics História da Arte e Estética

A aplicação da neurosemiótica à influência ameríndia na história da arte e estética oferece uma oportunidade rica para entender como essas interações moldam a cognição humana, a criação artística e a interpretação estética ao longo do tempo. Este enfoque interdisciplinar pode revelar novas camadas de significado na arte e na história cultural, destacando a importância da diversidade e do diálogo intercultural na evolução da expressão humana.
Como as interações culturais e a troca de ideias influenciam a cognição humana e a produção artística?
Como os elementos culturais ameríndios foram interpretados e recontextualizados em novos contextos artísticos e estéticos?
Como os artistas internalizam e transformam influências culturais em sua própria produção artística?
Como o contato entre culturas — especificamente, entre europeus e ameríndios — levou ao desenvolvimento de novas estéticas?
Como a exposição a novas formas culturais influencia a percepção, a emoção e a cognição estética?
Através de técnicas de imagem cerebral, como a ressonância magnética funcional (fMRI), os neurocientistas podem estudar como o cérebro humano responde a diferentes estímulos culturais, incluindo arte e imagens que incorporam elementos ameríndios.
Ajudar a revelar como as narrativas visuais e estéticas ameríndias contribuíram para a evolução da arte global, desafiando percepções e interpretações tradicionais. Reconstruir as histórias visuais que foram marginalizadas e esquecidas.
Homo Economicus é FAKE News no Milênio Passado - O Ser Humano Mostra Compaixão e Altruísmo quando em boas condições de Pertencimento ou Segurança Psicológica.
Os estudos relacionados ao desenvolvimento social de bebês e as investigações realizadas em laboratórios dedicados a compreender a interseção entre neurociência infantil e desenvolvimento infantil (como os Infant Baby Labs) têm contribuído significativamente para nossa compreensão sobre o comportamento humano, incluindo aspectos como o altruísmo e a bondade. A noção de que um senso forte de pertencimento ou segurança psicológica pode influenciar positivamente esses traços comportamentais está bem fundamentada na literatura psicológica e neurocientífica.
A segurança psicológica, um conceito amplamente explorado na psicologia organizacional, refere-se à crença de que um indivíduo não será punido ou humilhado por expressar ideias, questões, preocupações ou erros. Embora esse conceito seja mais comumente aplicado a adultos no contexto organizacional, a ideia de segurança psicológica pode ser estendida para entender como as crianças desenvolvem um senso de segurança, pertencimento e, por extensão, comportamentos sociais positivos, como altruísmo e bondade, desde uma idade muito jovem.
Vários estudos demonstraram que quando os bebês e as crianças pequenas sentem-se seguros e apoiados por seus cuidadores, eles são mais propensos a explorar seu ambiente, engajar-se em jogos cooperativos e mostrar empatia pelos outros. Este comportamento é considerado um reflexo da teoria do apego, que sugere que um forte vínculo emocional com os cuidadores proporciona a base para o desenvolvimento saudável das relações sociais e da personalidade da criança.
O altruísmo e a bondade, como traços comportamentais, são influenciados não apenas pelo ambiente imediato da criança (como a família e a comunidade), mas também por fatores biológicos e neurocientíficos. Pesquisas em neurociência têm começado a desvendar como estruturas cerebrais específicas e a ativação de certas vias neurais estão relacionadas à capacidade de sentir empatia e ao desejo de ajudar os outros. Por exemplo, estudos de imagem cerebral mostram que regiões do cérebro associadas à percepção de dor e ao processamento emocional são ativadas quando as pessoas sentem empatia pela dor dos outros, sugerindo uma base neural para o altruísmo.
Além disso, experiências precoces de interação social e vínculo afetivo são cruciais para o desenvolvimento da capacidade de compreender e se preocupar com os sentimentos dos outros. Laboratórios dedicados ao estudo do desenvolvimento infantil, como os Infant Baby Labs, frequentemente exploram como essas experiências modelam o comportamento social desde os primeiros anos de vida.
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