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Ultra Endurance Muda Meu EEG ERP N2 e P3 Caem no Pós-Prova - Atenção e Inibição em Queda Depois da Ultramaratona

Ultra Endurance Muda Meu EEG ERP N2 e P3 Caem no Pós-Prova - Atenção e Inibição em Queda Depois da Ultramaratona

Attention and Inhibition Decline After Ultramarathon
EEG ERP N2 and P3

Artigo:

Boere, K., Young, N. P., Copithorne, F., Dauphinee, R., Heath, M., Kirby, B. S., & Krigolson, O. E. (2025). Ultramarathon racing elicits changes in behavioral and electroencephalographic indices of executive function. Journal of Applied Physiology, 140(1), 133–140. https://doi.org/10.1152/japplphysiol.00941.2025

Comentário BrainLatam - Consciência em Primeira Pessoa:

Eu leio este artigo como uma pergunta bem direta:

“Depois de correr 50 km, meu cérebro ainda segura a ‘função executiva’ do mesmo jeito — ou ele muda o modo de operar?”

O estudo pegou 76 corredores recreacionais e mediu antes e imediatamente depois da prova um teste tipo oddball visual com EEG — usando tempo de reação e acurácia como comportamento, e dois marcadores clássicos do EEG:

  • N2 como índice de controle inibitório

  • P3 como índice de alocação de atenção

Attention and Inhibition Decline After Ultramarathon EEG ERP N2 and P3
Attention and Inhibition
Decline After Ultramarathon
EEG ERP N2 and P3


O que eu guardo como “resultado que pega” é isto:

  • Eu respondo mais rápido depois da prova (−2,2% no tempo de reação)… mas eu fico menos consistente (variabilidade +14%). 

  • No EEG, minha “força de controle” cai: N2 diminui ~28% e P3 diminui ~18%

  • P3 também chega mais cedo (latência −3,4%), como se o cérebro “pulasse etapas” para decidir rápido. 

Do jeito que isso bate em mim: o pós-ultra não parece “lento”. Ele parece rápido e impreciso. Eu não travo — eu encurto. Só que, quando eu encurto, eu erro na estabilidade.

E tem um pedaço psicológico interessante (sem moralismo, só associação medida):

  • Maior queda de N2 se associou a subtipos de motivação (identified e introjected).

  • Maior queda de P3 apareceu em quem tinha maiores escores de humor negativo (DASS-21) medidos antes da prova.

Pra mim, a leitura honesta é: não é só perna e glicogênio. O “estado mental pré-prova” pode entrar como parte da resiliência cognitiva no esforço extremo.


Ideias de títulos em português (bem “cola no achado”)

  1. Depois de 50 km, Eu Respondo Mais Rápido — e Menos Preciso 

  2. Ultra Endurance Muda Meu EEG: N2 e P3 Caem no Pós-Prova 

  3. Meu Cérebro Não “Desliga” na Ultra: Ele Encurta o Caminho 

  4. Rápido, Variável e com Menos Controle: O Pós-Ultramaratona no EEG 

  5. Atenção e Inibição em Queda Depois da Ultramaratona 

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    EEG ERP BCI MMN P300
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Jackson Cionek










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